A minha busca não é pequena
A brisa é a minha companheira
A alegria vem de um jeito intenso
Enche o meu peito sem que eu perceba
A gratidão é natural agora
Procuro momentos de veracidade
Procuro semblantes ricos de interpretações
Eu quero luz pra marcar o meu papel
Quero cor, sem dor, sem piedade
Quero intencionalidade
Estou aprendendo a construir a constância
Começando com a amizade
Procuro graça e naturalidade
A minha vida não é pequena
Nem maior do que qualquer outra
Mas é vivida
É vida de gente
É distinta e pessoal
É divida e, por isso é bela
02 maio 2010
11 março 2010
gloriosa esperança
Deixa de ser tão importante,
no instante em que o sol começa a aparecer.
Jorra a verdade em meu desespero,
é plena a luz em seu alvorecer.
Voa andorinha voa,
faz mudar em mim a estação.
Cante vento livre cante,
me encante ao tecer o seu perdão.
Em meio ao mar de ansiedade em que estou,
há bonança quando é possível ver:
gloriosa esperança.
no instante em que o sol começa a aparecer.
Jorra a verdade em meu desespero,
é plena a luz em seu alvorecer.
Voa andorinha voa,
faz mudar em mim a estação.
Cante vento livre cante,
me encante ao tecer o seu perdão.
Em meio ao mar de ansiedade em que estou,
há bonança quando é possível ver:
gloriosa esperança.
10 março 2010
esperança que trago
Esta que é minha esperança
A canção que trago nas mãos e na voz
Boto na mochila a memória dessa verdade
Dentro em breve serei por completo
Serei sem avessos
Serei sem pesares
Esta que é a minha esperança
A canção que escrevo na mente e no chão
De bota e tudo caminho na trilha dessa verdade
Dentro em breve serei por completo
Serei sem avessos
Serei sem pesares
Esta que é a minha esperança
A canção que repito de noite e de dia
À beira da estrada ficaram as dúvidas sobre essa verdade
Dentro em breve serei por completo
Serei sem avessos
Serei sem pesares
Esta que é a minha esperança
Selada por Cristo na cruz do calvário
Bem sei que sou dele não há outra verdade
Dentro em breve serei por completo
Serei sem avessos
Serei sem pesares
A canção que trago nas mãos e na voz
Boto na mochila a memória dessa verdade
Dentro em breve serei por completo
Serei sem avessos
Serei sem pesares
Esta que é a minha esperança
A canção que escrevo na mente e no chão
De bota e tudo caminho na trilha dessa verdade
Dentro em breve serei por completo
Serei sem avessos
Serei sem pesares
Esta que é a minha esperança
A canção que repito de noite e de dia
À beira da estrada ficaram as dúvidas sobre essa verdade
Dentro em breve serei por completo
Serei sem avessos
Serei sem pesares
Esta que é a minha esperança
Selada por Cristo na cruz do calvário
Bem sei que sou dele não há outra verdade
Dentro em breve serei por completo
Serei sem avessos
Serei sem pesares
14 janeiro 2010
Minha caminhada constante
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Disponho-me, mas não quero tristeza
Não quero pesar
Não quero fim
Disponho-me, mas não quero lágrimas
Não quero angústia
Não quero aflição
Disponho-me e entristeço
Sinto pesar
Porque o fim chegou
Disponho-me e choro lágrimas
Um resto de angústia
Um vestígio de aflição
Disponho-me ainda
Ah!Desperta ó minh’álma
Acorde para a graça real
Viva o que a mente já conhece bem
Disponha-te ao amor de Deus
Vá-te ao descanso
Disponha-te ainda e novamente.
Cresça!
Seja firme ó meu coração
Não ajunte o que pode ser disperso pelo vento
Não acumule sobre si mágoas
Encha-se das verdades dos céus
Esvazie-se de si
Suma daqui orgulho meu!
Não me iluda com suas persuasões
Reconheça-lhe meus olhos para desprezar-te
Abaixem-se meus ombros
Acalmem ó mãos trêmulas
Acalme coração palpitante
Acalmem-se olhos cheios
Venha Senhor ao socorro da mais fraca mulher que sou
Disponho-me mais e outra vez
22 dezembro 2009
falando com crianças.. II
03 novembro 2009
A graça do arrependimento
Trouxe a minha vergonha
Para despojá-la em seu tecido branco
Gotejei por palavras e lágrimas
Manchei-lhe até a borda
Você é paciente e profundo
Ficamos em silencio olhando juntos
Sentindo aquela imagem dentro de nós
Era minha, mas tomou-a para si
Era real, e a culpa era minha
A luz do dia secou a trama
Olhei de perto, vi os detalhes
Vi que eu era má, rejeitável
Viu que eu era boa, amável
Com seu sangue carmesim gotejou o seu perdão
Limpando minha vergonha com palavras de misericórdia
Clareou até a borda o tecido feito novo
Recortamos, fizemos uma veste
Despi-me, fiquei nua
Encobri-me novamente com a veste que fizemos
Caminhei despercebida da minha vergonha apagada
Trouxe a memória meu gotejar
Lamentei minha vergonha
Cada gota lamentada foi coberta de perdão
Há algo novo em mim
Algo bom e amável
Como você tinha mesmo visto no princípio.
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