corte no horizonte,
morte dos sinais
o pulso de amanhã já não sangra como antes
o riso do momento não esquece a sua dor
e a sua história
traços no semblante
cacos de vitrais
as lagrimas vertidas não comprovam a verdade
o choro é esquecido e o tempo recupera a sua dor
e a sua historia
os dias são assim
e as noites não acabam
todos caminham em silêncio
e tudo passa
fortes ou cansados
contidos pela paz
os frascos derramados manifestam Seu aroma
os ventos do perfume sopram cheiros da justiça do amor e da coragem
gargantas arranhadas
sementes de ardor
os sonhos mais sinceros impulsionam nossa força
o medo do desgosto é suprido pelo sopro do amor
e da coragem



